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	<title>Yasujiro Ozu - Histórico de revisão</title>
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	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://www.nikkeypedia.org.br/index.php?title=Yasujiro_Ozu&amp;diff=22391&amp;oldid=prev</id>
		<title>Akio: Yasujiro Oozu movido para Yasujiro Ozu</title>
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		<updated>2011-12-06T17:06:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;/index.php?title=Yasujiro_Oozu&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Yasujiro Oozu&quot;&gt;Yasujiro Oozu&lt;/a&gt; movido para &lt;a href=&quot;/index.php?title=Yasujiro_Ozu&quot; title=&quot;Yasujiro Ozu&quot;&gt;Yasujiro Ozu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;[[Image:Yasujiro-ozu.jpg|frame|right|Yasujiro Ozu]]&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Yasujiro Ozu&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (小津 安二郎 &amp;#039;&amp;#039;Ozu Yasujirō&amp;#039;&amp;#039;) ([[Tóquio]], [[12 de Dezembro]] de [[1903]] - [[Kamakma]], [[12 de Dezembro]] de [[1963]]) foi um influente [[realizador de cinema]] [[Japão|Japonês]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu em Fukagawa, em [[Tóquio]], filho de um comerciante de adubo, e foi educado num colégio interno em [[Matsusaka]], não tendo sido um aluno particularmente bem sucedido. Desde cedo se interessa pelo cinema e aproveita o tempo para ver o máximo de filmes que podia. Trabalhou por um breve período como professor, antes de voltar para Tóquio em [[1923]], onde se juntou à Companhia cinematográfica [[Shochiku]]. Trabalhou, inicialmente, como assistente de fotografia e de realização. Três anos depois, dirigiu o seu primeiro filme, &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Zange no yaiba&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;A espada da penitência&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;), um filme histórico, em [[1927]]. Os cinéfilos em geral indicam como primeiro filme importante &amp;#039;&amp;#039;Rakudai wa shita keredo&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Reprovei, mas...&amp;#039;&amp;#039; - tradução do título em inglês), de [[1930]]. Realizou mais 53 filmes - 26 dos quais nos seus primeiros cinco anos como realizador e todos, menos 3, para os estúdios Shochiku.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Julho de [[1937]], numa altura em que os estúdios demonstravam algum descontentamento com o insucesso comercial dos filmes de Ozu, apesar dos louvores e prémios com que a crítica o celebrava, é recrutado com 34 anos e servirá como [[cabo]] de [[infantaria]], na [[China]], durante dois anos. A sua experiência militar leva-o a escrever um extenso diário onde se inspirará mais tarde para escrever roteiros cinematográficos. O primeiro filme realizado por Ozu ao regressar, &amp;#039;&amp;#039;Toda-ke no Kyodai&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Os irmãos da família &amp;quot;Toda&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039; - tradução do título em inglês, [[1941]]), foi um sucesso de bilheteira e de crítica. Em [[1943]] foi, de novo, alistado no exército para realizar um filme de propaganda em [[Burma]]. Em vez disso, porém, foi enviado para Singapura onde passou grande parte do seu tempo a ver filmes norte-americanos confiscados pelo exército. De acordo com [[Donald Richie]], o filme preferido de Ozu era a obra-prima de [[Orson Welles]]&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;[[Citizen Kane]]&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ozu começou por realizar comédias, originais no seu estilo, antes de se dedicar a obras com maiores preocupações sociais na década de 1930, principalmente ao focar dramas familiares (gênero próprio do cinema japonês, chamado &amp;quot;Gendai-Geki&amp;quot;). Outros temas caros ao mestre japonês são a velhice, o conflito entre gerações, a nostalgia, a solidão e inevitabilidade da decadência, como se verifica, de imediato, nos títulos dos seus filmes que evocam o passar do tempo: é frequente que os seus filmes terminem num local ou numa situação directamente ligada com o início, acentuando o carácter temporal &amp;quot;circular&amp;quot; (como as estações do ano ou a alternância das marés) destas obras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:Yasujiro-Ozu1.jpg|frame|left|Yasujiro Ozu]]&lt;br /&gt;
Trabalhou frequentemente com o argumentista (guionista) [[Kogo Noda]]; entre outros colaboradores regulares contam-se o director de fotografia [[Yuharu Atsuta]] e os actores [[Chishu Ryu]] e [[Setsuko Hara]]. Os seus filmes começaram a ter uma recepção mais favorável a partir do final da década de 1940, com filmes como &amp;#039;&amp;#039;Banshun&amp;#039;&amp;#039; (Portugal: &amp;#039;&amp;#039;Primavera tardia&amp;#039;&amp;#039;; Brasil: &amp;#039;&amp;#039;Pai e filha&amp;#039;&amp;#039;, [[1949]]), &amp;#039;&amp;#039;Tokyo monogatari&amp;#039;&amp;#039; (Portugal: &amp;#039;&amp;#039;Viagem a Tóquio&amp;#039;&amp;#039;, Brasil: &amp;#039;&amp;#039;Era uma vez em Tóquio&amp;#039;&amp;#039;, [[1953]]), considerado a sua obra prima, e &amp;#039;&amp;#039;Ochazuke no Aji&amp;#039;&amp;#039; (Portugal: &amp;#039;&amp;#039;O gosto do saké&amp;#039;&amp;#039;, [[1952]]), &amp;#039;&amp;#039;Soshun&amp;#039;&amp;#039; (Portugal: &amp;#039;&amp;#039;Primavera prematura&amp;#039;&amp;#039;, 1956), &amp;#039;&amp;#039;Ukigusa&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Ervas flutuantes&amp;#039;&amp;#039;, [[1959]]) e &amp;#039;&amp;#039;Akibiyori&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Dia de Outono&amp;#039;&amp;#039;, [[1960]]). O seu último filme foi &amp;#039;&amp;#039;Sanma no aji&amp;#039;&amp;#039; (Brasil&amp;#039;&amp;#039;A rotina tem seu encanto&amp;#039;&amp;#039;, [[1962]]). Morreu de [[Cancro (tumor)|cancro]] no seu 60º aniversário e foi sepultado no templo de Engaku-ji em [[Kamakura]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto realizador era considerado excêntrico e declaradamente perfeccionista. É muitas vezes referido como o &amp;quot;mais japonês dos realizadores de cinema&amp;quot;, o que não foi favorável para a sua divulgação no estrangeiro - só tardiamente se começou a mostrar a sua obra no ocidente, a partir da [[década de 1960]]. Foi relutante a aceitar a revolução do cinema sonoro - o seu primeiro filme com som foi &amp;#039;&amp;#039;Hitori musuko&amp;#039;&amp;#039; (&amp;quot;Filho único&amp;quot;). O seu primeiro filme a cores foi também tardio: &amp;#039;&amp;#039;Higanbana&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Flores do equinócio&amp;#039;&amp;#039;), em [[1958]]. Destaca-se, no seu estilo, um género de plano, filmado a baixa altura, com o operador de câmara de cócoras, o que provoca um determinado efeito de identificação do espectador com o ponto de vista da câmara. Defendia insistentemente os planos estáticos, sem movimento da câmara e composições meticulosamente definidas que não permitiam aos actores dominarem individualmente a cena. É também sua imagem de marca a frontalidade do plano (falsos raccords): num [[campo-contracampo]], por exemplo, quando vemos alternadamente uma pessoa a falar com outra, é dada a impressão que o actor se dirige ao espectador e não à personagem do filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A influência de Ozu no cinema oriental é indubitável: [[Akira Kurosawa]] e [[Kenji Mizoguchi]], que despertaram primeiramente a curiosidade cinéfila europeia em relação ao cinema japonês são, de certa forma, tributários do seu estilo. Verifica-se que muitos cineastas ocidentais tomaram Ozu como mestre. [[Wim Wenders]] filmou &amp;quot;Tokyo-Ga&amp;quot;, um documentário sobre Ozu. [[Jim Jarmusch]] e [[Hal Hartley]] seguem de perto os seus ensinamentos, nos Estados Unidos da América. Em Portugal, [[João Botelho]] inspirou-se no seu filme &amp;quot;Viagem a Tóquio&amp;quot; para realizar &amp;quot;[[Um adeus português]]&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Filmografia (além dos filmes mencionados) ==&lt;br /&gt;
Indica-se com &amp;#039;&amp;#039;br&amp;#039;&amp;#039;, o nome por que é conhecido no Brasil, com &amp;#039;&amp;#039;pt&amp;#039;&amp;#039;, o nome com que é conhecido em Portugal e com &amp;#039;&amp;#039;ing&amp;#039;&amp;#039;, a tradução do título em inglês (note-se que, por exemplo, em Portugal só estreou comercialmente um filme de Ozu - &amp;#039;&amp;#039;Primavera tardia&amp;#039;&amp;#039;, o que implica que não haja um título &amp;quot;oficial&amp;quot; em português).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Zange no yaiba&amp;#039;&amp;#039; (&amp;quot;Espada da penitência&amp;quot;), 1927&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Wakodo no yume&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Sonhos de juventude&amp;quot;), 1928&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Hikkoshi fufu&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Casal em mudanças&amp;quot;), 1928&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Nikutaibi&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Corpo belo&amp;quot;), 1928&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Nyobo funshitsu&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Esposa perdida&amp;quot;), 1928&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kabocha&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Abóbora&amp;quot;), 1928&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Wakaki hi&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Dias de juventude&amp;quot;), 1929&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Wasei kenka tomodachi&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Amigos em luta&amp;quot;), 1929 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Daigaku wa deta keredo&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Graduei-me, mas...&amp;quot;), 1929&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokkan kozo&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Um rapaz sincero&amp;quot;), 1929 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Takara no yama&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;A montanha do tesouro&amp;quot;), 1929&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kaishain seikatsu&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;A vida de um empregado de escritório), 1929 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Rakudai wa shita keredo&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Reprovei, mas...&amp;quot;), 1930&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Erogami no onryo&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;O espírito vingativo de Eros&amp;quot;), 1930&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ashi ni sawatta koun&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Sorte perdida&amp;quot; ou &amp;quot;A sorte tocou-me nas pernas&amp;quot;), 1930 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ojosan&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Jovem menina&amp;quot;), 1930 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Sono yo no tsuma&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;A esposa dessa noite&amp;quot;), 1930 &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kekkongaku nyumon&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Introdução ao casamento&amp;quot;), 1930&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Hogaraka ni ayume&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Anda alegremente&amp;quot;), 1930&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Shukujo to hige&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;#039;&amp;#039;A senhora e o seu favorito&amp;#039;&amp;#039;), 1931&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Bijin aishu&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Tristezas da beleza&amp;quot;), 1931&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokyo no gassho&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;O coro de Tóquio&amp;quot;), 1931&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Haru wa gofujin kara&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;A primavera vem das senhoras&amp;quot;), 1932&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Otona no miru ehon - Umarete wa mita keredo&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;#039;&amp;#039;Nasci, mas...&amp;#039;&amp;#039;; br:&amp;quot;Eu nasci, mas...&amp;quot;), 1932&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Seishun no yume imaizuko&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Onde estão agora os sonhos de juventude?&amp;quot;), 1932&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Mata au hi made&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Até ao dia do nosso reencontro&amp;quot;), 1932&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokyo no onna&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Mulher de Tóquio&amp;quot;), 1933&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Hijosen no onna&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Rapariga usada como engodo&amp;quot;), 1933&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Dekigokoro&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Ilusão passageira&amp;quot;), 1933&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Haha wo kowazuya&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Uma mãe deve ser amada&amp;quot;), 1934&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ukigusa monogatari&amp;#039;&amp;#039; (ing: Uma história de ervas flutuantes&amp;quot;), 1934&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Hakoiri musume&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Uma donzela inocente&amp;quot;, 1935&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokyo no yado&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Uma estalagem em Tóquio&amp;quot;), 1935&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Daigaku yoitoko&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;É bom estar na escola&amp;quot; ou &amp;quot;Tóquio é um belo lugar&amp;quot;), 1936&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Hitori musuko&amp;#039;&amp;#039; (br: &amp;quot;Filho único&amp;quot;), 1936&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kikugoro no kagamijishi&amp;#039;&amp;#039;, 1936 (curta metragem documental) &lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Shukujo wa nani o wasureta ka&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Do que é que a senhora se esqueceu?&amp;quot;), 1937&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Todake no kyoudai&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Os irmãos da família Toda&amp;quot;), 1941&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Chichi ariki&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;quot;Havia um pai&amp;quot;), 1942&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Nagaya shinshiroku&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Recordações de um cavalheiro aposentado&amp;quot;), 1947&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kaze no naka no mendori&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Uma ave no vento&amp;quot;), 1948&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Banshun&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;#039;&amp;#039;Primavera tardia&amp;#039;&amp;#039;; Br: &amp;#039;&amp;#039;Pai e filha&amp;#039;&amp;#039;), 1949,&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Munekata kyoudai&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;As irmãs Munekata&amp;quot;), 1950&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Bakushû&amp;#039;&amp;#039; (br: &amp;quot;Também fomos felizes&amp;quot;; pt: &amp;#039;&amp;#039;Verão prematuro&amp;#039;&amp;#039;) [[1951]]&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ochazuke no aji&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;quot;O gosto do sakê&amp;quot;), 1952&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokyo monogatari&amp;#039;&amp;#039; (br:&amp;quot;Contos de Tóquio&amp;quot; ou &amp;quot;Era uma vez em Tóquio&amp;quot;; pt: &amp;quot;A Viagem a Tóquio&amp;quot;) [[1953]]&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Soshun&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;quot;Primavera precoce&amp;quot;)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Tokyo boshoku&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;O crepúsculo de Tóquio&amp;quot;), 1957&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Higanbana&amp;#039;&amp;#039; (ing: &amp;quot;Flores do equinócio&amp;quot;), 1958&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ohayou&amp;#039;&amp;#039; (pt: &amp;quot;Bom dia&amp;quot;), 1959&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ukigusa&amp;#039;&amp;#039; (&amp;quot;Ervas flutuantes&amp;quot;), 1959&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Akibiyori&amp;#039;&amp;#039; (br: &amp;quot;Dia de Outono&amp;quot;; ing: &amp;quot;Outono tardio&amp;quot;), 1960&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Kohayagawa-ke no aki&amp;#039;&amp;#039; (br: &amp;quot;Fim de verão&amp;quot;; tradução literal: &amp;quot;O outono da família Kohayagawa&amp;quot;), 1961&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Sanma no aji&amp;#039;&amp;#039; (br: &amp;quot;A rotina tem seu encanto&amp;quot;), 1962&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia ==&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;O Anticinema de Yasujiro Ozu&amp;#039;&amp;#039;, de Kiju Yoshida, Tradução de Madalena Hashimoto Cordaro (coordenadora), Cosac &amp;amp; Naify&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ozu - O Extraordinário Cineasta do Cotidiano&amp;#039;&amp;#039;, por André Parente e Lúcia Nagib; Editora Marco Zero&lt;br /&gt;
*&amp;#039;&amp;#039;Formes de l’impermanence - Le Style de Yasujiro Ozu&amp;#039;&amp;#039;. Editions Leo Scheer (francês)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ozu&amp;#039;&amp;#039; por [[Donald Richie]]. [[Universidade da Califórnia|University of California]] Press; (Julho de 1977), ISBN 0-520-03277-2 (inglês)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ozu and the Poetics of Cinema&amp;#039;&amp;#039; por David Bordwell. Princeton University Press; (1988), ISBN 0-691-00822-1 (inglês)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ozu yasujiro zenshū&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Ozu Yasujiro&amp;#039;s Complete Works&amp;#039;&amp;#039; -- dois volumes que reunem a obra escrita de Ozu). Shinshokan; (Março de 2003), ISBN 4-403-15001-2 (em japonês)&lt;br /&gt;
* &amp;#039;&amp;#039;Ozu yasujiro no nazo&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;The Riddle of Ozu Yasujiro&amp;#039;&amp;#039; -- biografia de Ozu em Manga). [[Shogakukan|Shōgakukan]]; (Março de 2001), ISBN 4-09-179321-5 (em japonês)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Links externos}} ==&lt;br /&gt;
* [http://www.japan-zone.com/modern/ozu_yasujiro.shtml Perfil em &amp;quot;Japan Zone&amp;quot;]&lt;br /&gt;
* [http://www.imdb.com/name/nm0654868/ Yasujiro Ozu no IMDb]&lt;br /&gt;
* [http://www.easterwood.org/ozu/gravesite/directions.htm Indicações para encontrar a sepultura de Yasujiro Ozu em Engaku-ji]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Biografias}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cineastas do Japão|Ozu, Yasujiro]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Mortos em 1963]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Link FA|vi}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ja:小津安二郎]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Akio</name></author>
	</entry>
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