CAC-Cooperativa Agrícola de Cotia

De Nikkeypedia

Em 1927, 83 nipônicos fundaram a Cooperativa Agrícola de Cotia (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil)
Em 1927, 83 nipônicos fundaram a Cooperativa Agrícola de Cotia (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil)


Não importa o que se diga — a principal contribuição dos imigrantes japoneses para o Brasil reside na agricultura. Foram os japoneses que difundiram o cultivo de batata, tomate, frutas e flores e a avicultura.

Por dar sustentação ao desenvolvimento da agricultura, as duas maiores cooperativas agrícolas nikkeis — a Cooperativa Agrícola de Cotia e a Cooperativa Agrícola Sul-Brasil — gozavam de uma força especial. As duas reinaram quase que absolutas sobre o cenário agrícola brasileiro no pós-guerra.

Conteúdo

[editar] Fase inicial

As cooperativas começaram a surgir nos diferentes agrupamentos de japoneses a partir do final da década de 20 e da década de 30, quando o Consulado Geral do Japão em São Paulo passou a estimular a sua criação nos moldes japoneses e a oferecer subsídios para a criação de novas cooperativas.

Um dos últimos pontos da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia, - CAC deve deixar de existir em poucos dias. No local, altura do km 27 da Raposo Tavares, no Moinho Velho, será construído mais um galpão de uma grande empresa.
Um dos últimos pontos da antiga Cooperativa Agrícola de Cotia, - CAC deve deixar de existir em poucos dias. No local, altura do km 27 da Raposo Tavares, no Moinho Velho, será construído mais um galpão de uma grande empresa.

Saku Miura (fundador do Jornal Nippak em 1916), que defendia ardorosamente a criação das cooperativas, publicou no próprio jornal Nippak, no mês de setembro de 1926, um artigo intitulado “Em louvor da batata” como parte de um projeto para a construção de uma cooperativa na vila Cotia, na periferia de São Paulo. Os produtores de batata, por não terem um armazém, não podiam transportar o seu produto livremente, sendo vítimas constantes dos comerciantes. Vendo a necessidade de se construir um armazém em regime comunitário, Miura passou a fomentar o movimento pela criação de uma cooperativa agrícola. O movimento em si passou a ser controlado por Kenkichi Shimomoto, um jovem de 28 anos que retornara temporariamente ao Japão com o dinheiro obtido através da venda de batatas e observara, na província de Kōchi (sua terra natal), a organização das cooperativas. Em 11 de dezembro de 1927, foi criada na vila Cotia, Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada dos Produtores de Batata em Cotia S/A. Dois anos mais tarde, seria criado o embrião da Sul Brasil, a Cooperativa Agrícola do Juqueri.

Além do plantio de batata, a cooperativa passou também a incentivar o cultivo de hortaliças, mudando seu nome para Cooperativa Agrícola de Cotia (CAC). A área de atuação da cooperativa, antes restrito a uma área bastante limitada, começou a se expandir pelos distritos vizinhos. Em seguida foram abertos novos escritórios em outras localidades, tendo início o recrutamento de cooperados. Assim, a cooperativa, que no ano de sua fundação contava somente 83 membros, passou a contar 1.303 cooperados em 1937 (dez anos depois), tornando-se a maior cooperativa agrícola do Brasil.

Armazém na Cooperativa Agrícola de Cotia (departamento de vendas).
Armazém na Cooperativa Agrícola de Cotia (departamento de vendas).

Em outubro de 1934, os intermediários da cidade de São Paulo lançaram um boicote aos produtores da cooperativa, dando origem ao maior desafio enfrentado pelo grupo desde a sua fundação. A cooperativa, que contava com o apoio de outros produtores não-filiados e do governo do estado, interrompeu o fornecimento de produtos aos mercados de São Paulo, com o que obteve finalmente a vitória.

A partir de 1938, a cooperativa passou a abranger todo o estado. Como os produtores do interior estivessem interessados em atingir os mercados da capital, principal pólo consumidor do estado, a cooperativa continuou a crescer. A essa altura, a cooperativa já havia introduzido do Japão técnicas para a criação de aves e dedicava-se à sua difusão.

Enquanto isso, desde a sua fundação, em 1929, até 1939, quando Gen'ichirō Nakazawa foi eleito diretor-executivo, a Cooperativa Agrícola do Juqueri havia estado numa condição de turbulência interna. No mesmo período, o número de cooperados havia crescido de 49 para apenas 93.

[editar] Nossa rica e variada agricultura: a contribuição dos japoneses

[editar] A colaboração dos imigrantes para o desenvolvimento das frutas em terras brasileiras, a partir da década de 30

Expansão: lavradores espalham-se por várias regiões do Brasil na década de 30.

[editar] Maçã Fuji, introduzida na década de 80

Maçã Fuji, introduzida na década de 80 (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil
Maçã Fuji, introduzida na década de 80 (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil


No Brasil, pelos idos de 1900, os produtos agrícolas cultivados não passavam de 20. A chegada dos imigrantes contribuiu para enriquecer e tornar variada a nossa agricultura. Os japoneses e os italianos foram os que mais contribuíram para isso.

“A grande contribuição dos agricultores japoneses foi na diversificação das culturas, cujos esforços se intensificaram a partir da década de 30”, escrevem Hideharu Sakata e Katsunori Wakisaka. Eles destacam também a expansão dos lavradores por várias regiões do Brasil e, a partir da década de 70, a contribuição para a modernização da atividade agrícola.

Tomando como referência a diversificação das culturas, os autores destacam alguns produtos de importância no mercado brasileiro ligados aos japoneses.

No setor da fruticultura, o abacate teve a contribuição de Taizo Ito (de Itapetininga), que fez a seleção da variedade “Coringa”, fruto grande e de excelente qualidade. Em 1972, a Cooperativa Agrícola de Cotia introduziu frutos pequenos e, no Paraná, os Makiyama fizeram a seleção de uma variedade adaptada às regiões mais frias.

O abacaxi deve a Toyokichi Imai a produção e a divulgação da variedade sem espinho e adequada para grandes cultivos e industrialização. O caqui, originário do Japão e fruta obrigatória em terrenos dos imigrantes japoneses, chegou por volta de 1890, trazido por Pereira Barreto, da França, primeiro em semente e depois em muda. Calcula-se que, no Brasil, existam cerca de 200 variedades, sendo que as de caqui doce foram introduzidas pelos japoneses.

Cultivo de banana (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil)
Cultivo de banana (Foto: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil)


A goiaba deve a Sakuzo Sawabe, a partir de 1939, o início de seu cultivo comercial (adotando os mesmos cuidados dos pêssegos). E foram Shin-Ichi Ogawa (Rio de Janeiro), Haruo Kumagai (Campinas) e Nishimori (Atibaia) alguns dos introdutores de novas variedades.

O mamão papaia chegou ao Pará em 1971, com a ajuda do sacerdote da Tenrykyo, Akihiko Shirakibara, que trouxe sementes do mamão havaiano como alternativa aos produtores de pimenta-do-reino atormentados pelas pragas que dizimavam suas plantações.

O melão deve a Onishi, de Presidente Prudente, e aos técnicos da CAC a variedade “Amarelo CAC”, que fez do Brasil um dos maiores produtores do mundo. O mercado da maçã, dominando pela Argentina, a partir da década de 80 passou a ser ocupado pela variedade “maçã Fuji”, introduzida graças à orientação do Dr. Kenshi Ushirozawa, enviado pela Jica (Japan International Cooperation Agency), no Estado de Santa Catarina. A nêspera passou a ser cultivada em escala comercial pelos imigrantes japoneses. Com o pêssego ocorreu o mesmo, sendo que a maioria das variedades cultivadas teve origem nos trabalhos de seleção dos irmãos Yoshioka, de Itaquera.

O poncã deve sua reprodução a Kyujiro Kuwabara que, em 1929, enxertou duas mudas que trouxera do Japão em limoeiro nativo. O morango iniciou sua produção comercial com a seleção de variedades feita por Keijiro Honda, em 1946, sendo cultivada pelos japoneses estabelecidos em Itaquera. Posteriormente, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Piracicaba) e as cooperativas Cotia e Sul-Brasil distribuíram mudas isenta de vírus.

A uva itália, como o próprio nome diz, foi importada da Itália, mas foi Susumu Usui, produtor de Ferraz de Vasconcelos, em 1940, que desenvolveu a técnica no Brasil e se encarregou da divulgação. Em 1973, Kotaro Okuyama (de Bandeirantes – PR), introduziu a “rubi Okuyama”, uma variante da uva itália que fica colorida ao atingir o amadurecimento.

A melancia, originária da África e trazida ao Brasil por imigrantes americanos, deve a melhoria de sua qualidade aos imigrantes japoneses. Estes introduziram em Bastos, depois da Segunda Guerra, a variedade “Yamato”, que suplantou a “Santa Bárbara”, até então predominante.

A castanha, fruta de clima temperado, encontrou em Keiichi Matsumoto um dedicado pesquisador. Em 1958, ao trazer uma variedade do Japão, plantou-a em sua chácara em Itaquera e, com a colaboração de outros agricultores, experimentou-a em várias localidades. Embora tenha obtido variedade adequada, a produção não deslanchou – seu consumo concentra-se na época natalina, quando não há produção no Brasil.

Frutas, depois de conquistar a estabilidade De acordo com Hideharu Sakata e Katsunori Wakisaka, “os imigrantes só passaram a dedicar-se com afinco à fruticultura após a conquista de uma posição econômica mais estável, obtida com a plantação de batata, a horticultura e a criação de aves, e depois de terem conseguido adquirir as suas próprias terras”.

Muitas frutas eram cultivadas para consumo caseiro, e coube aos imigrantes japoneses tratá-las fazendo podas, adubação, seleção e melhoria das variedades, ou ainda trazendo sementes e mudas do estrangeiro para conseguir a produção comercial.

[editar] As galinhas de ovos brancos

 Cooperativa Agrícola de Cotia, em 1937: aves-matrizes recém-chegadas do Japão
Cooperativa Agrícola de Cotia, em 1937: aves-matrizes recém-chegadas do Japão

Criadas pelos imigrantes japoneses para obtenção de esterco a ser usado na horticultura, elas se tornaram importantes fonte de renda

Cooperativa Agrícola de Cotia, em 1937: aves-matrizes recém-chegadas do Japão.

Por volta de 1925/26, os imigrantes de japoneses que se mudaram para Juquerí, Cotia, Suzano, etc. começaram a criar galinhas, a fim de obter esterco para a fertilização do solo

(Fotos: Museu Histórico da Imigração Japonesa)

Até então, criava-se a chamada “galinha caipira”, de cores vermelha, preta ou carijó, que botava ovos avermelhados. Mudar a preferência do consumidor não foi fácil quando, em 1928, apareceram no mercado os ovos brancos de galinha Leghorn.

Essa é uma das passagens da história da Cooperativa Agrícola de Cotia (CAC), uma das responsáveis pelo desenvolvimento da avicultura no Brasil. E continua: “além do mais, era costume, na época [até os anos 30], as famílias criarem galinhas em seus quintais para consumo próprio, sendo muito reduzida a venda de ovos nas feiras e nas quitandas”.

Por volta de 1925/26, os imigrantes de japoneses que se mudaram para as redondezas da cidade de São Paulo (Juquerí, Cotia, Suzano, etc.) passaram a se dedicar ao cultivo de batata, tomate e verduras e começaram a criar galinhas, a fim de obter esterco para a fertilização do solo.

[editar] Os pioneiros

Em 1926, Shigeaki Tanake e Motoichi Shigeno, de Mogi das Cruzes, Iwao Nagashima e Keiichi Matsumoto, de Itaquera, compraram matrizes na Granja Mange (de Itaquaquecetuba) para iniciar sua criação. Essa Granja havia introduzido 300 matrizes de Leghorn branca da França. E foram esses quatro imigrantes os pioneiros na comercialização de ovos.

Dessa primeira fase, merece destaque a Feira da Agricultura de 1932, promovida pela Cotia para comemorar seu 5º aniversário, ao expor cem galinhas Leghorn brancas de alta linhagem e despertando o interesse dos agricultores pela avicultura. Destaque também para Keni-ichi Nakagawa, da vila de Cotia, que iniciou a criação para produção de esterco, mas logo transformou a avicultura em atividade principal. Dedicado pesquisador, em 1934/35, conseguiu criar duas aves poedeiras fenomenais em produtividade – uma de 302 e outra de 300 ovos/ano.

[editar] Expansão

Nessa época, a venda de ovos da CAC era feita em banca especial nos postos de comercialização de verduras, em embalagem de 3 a 4 ovos.

Em dez anos, os ovos brancos estavam incorporados à alimentação dos brasileiros e definitivamente incorporados à lista de compras – a cidade crescia, e seus espaços valorizavam, reduzindo-se os quintais onde eram criadas as galinhas. Por volta de 1935, embora crescesse o interesse na criação de aves, os conhecimentos técnicos ainda eram escassos.

Nessa ocasião, através do Departamento de Assistência Industrial do Consulado Geral do Japão, a Associação Central de Aves Domésticas enviou três espécies de aves-matrizes do Japão, sendo que 15 Leghorn foram entregues à CAC, e Yoshiji Kodato foi designado para criá-las.

Um grupo de avicultores cooperados (Ken-ichi Nakagawa, Tanabe Shigueaki e Kodato Yoshiji) formou a Associação KTK (iniciais dos três pioneiros) e passaram a promover uma série de eventos e cursos destinados ao aprimoramento técnico da avicultura entre os seus associados e a fornecer matéria-prima aos criadores. Depois do curso, ao retornarem aos seus bairros, cada qual levava 200 pintinhos para iniciar a sua criação. E foi dessa forma que a avicultura chegou até as regiões situadas ao longo das ferrovias da noroeste e alta paulista. Assim, pouco a pouco, o ovo caipira cedeu lugar ao ovo branco.

[editar] Maior granja avícola da América do Sul

Comunidade Yuba, localizada em Aliança, proximidade da cidade de Mirandópolis-SP, muito antes de ser reconhecida por seus valores artísticos e seu balé ganhar fama, já ostentou outro título. Isamu Yuba, juntamente com alguns companheiros, em 1935, com a finalidade de “criar uma nova cultural”, adquiriu 40 alqueires de terra em Formosa e montou uma fazenda comunitária. Dez anos depois, criava 220 mil aves poedeiras e tornava-se a maior granja avícola da América do Sul. Em 1948 com a ampliação das atividades, montou armazém para seleção e empacotamento de ovos e também uma casa para produção de ração. Junto dessas instalações, mandou construir um palco para ensaios e apresentações artísticas. Em 1956, a comunidade foi à falência.

[editar] Artigos de jornais / revistas

  • Artigo de Sakuzō “Sack” Miura que motivou a construção das primeiras cooperativas, o Ver texto «Artigo de Sakuzō “Sack” Miura que motivou a construção das primeiras cooperativas»


  • Detalhes do boicote

o Ver texto «Detalhes do boicote»


  • Imagem «Panorama da Cooperativa Agrícola de Cotia, mantida por japoneses»

o Ver imagem «Panorama da Cooperativa Agrícola de Cotia, mantida por japoneses»

[editar] As cooperativas durante o período de guerra

Com o fim das relações diplomáticas entre Brasil e Japão após a eclosão da Guerra do Pacífico, a Cooperativa Agrícola de Cotia passou a se dedicar à produção de alimentos e, como fosse financiada inteiramente com capital nacional, conseguiu escapar às medidas para o congelamento de bens. Embora agora estivesse sob o controle do governo, as atividades da cooperativa prosseguiram. Também tornou-se obrigatório que todos os cargos diretivos fossem ocupados por brasileiros natos. Enquanto as demais cooperativas nikkeis não conseguiam encontrar um brasileiro adequado para o cargo, a Cooperativa Agrícola de Cotia elegeu seu consultor jurídico, Ferraz, para o cargo de chefe da diretoria. Acompanhando o crescimento populacional da cidade de São Paulo durante os anos de guerra, a cooperativa também cresceu — os cooperados, que no início da guerra já somavam 2 mil, passaram a ser 3 mil no fim da guerra. O crescimento das cooperativas no pós-guerra.

A Cooperativa Agrícola de Cotia´ continuou crescendo no pós-guerra, ultrapassando a marca de 5 mil cooperados em 1952 e expandindo suas atividades para os estados vizinhos. A Cooperativa Agrícola do Juqueri passou a ser presidida por Angelo Zanini a partir de 1946, tendo Gen’ichirō Nakazawa como diretor-superintendente e, seguindo os passos da Cooperativa Agrícola de Cotia, começou também a crescer rapidamente. A partir de 1951, a Cooperativa Agrícola do Juqueri avançou em direção ao interior graças à avicultura e à produção de ovos e, em 1954, passou a se chamar Cooperativa Central Agrícola Sul-Brasil.

Em 1966, a Sul-Brasil já estava presente em Paranavaí, no estado do Paraná. Além do plantio de batata e hortaliças e da criação de aves, ambas as cooperativas ajudaram a difundir o cultivo de flores e frutas no pós-guerra.

Em 1973, a Cooperativa Agrícola de Cotia já enviava cooperados ao serrado nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, estados onde predomina o clima da savana tropical. Na segunda metade dos anos 80, Cotia já tinha 14.470 cooperados (1986); em 1988, a Sul-Brasil contava, distribuídos em 40 sub-unidades, 10.704 cooperados.


  • Imagem «Armazém na Cooperativa Agrícola de Cotia (departamento de vendas)»

o Ver imagem «Armazém na Cooperativa Agrícola de Cotia (departamento de vendas)»

==A dissolução das duas cooperativas===.

Entretanto, ambas as cooperativas contraíram um grande volume de dívidas no final dos anos oitenta, em decorrência da crise na agricultura e do cenário econômico negativo. A Cooperativa Agrícola Sul-Brasil encerrou suas atividades em 30 de março de 1994, seguida pela Cooperativa Agrícola de Cotia em 30 de setembro do mesmo ano, provocando um grande choque na comunidade nipo-brasileira.

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  • Andō, Zempachi. Cotia Sangyō Kumiai 30-nen no ayumi. São Paulo, Cotia Sangyō Kumiai, 1959 <n.º chamada:DH71-62>
  • Cotia Sanso Chūō-kai Kankō Iinkai (ed.). Cotia Sangyō Kumiai Chūō-kai 60-nen no ayumi. São Paulo, Cotia Sangyō Kumiai Chūō-kai, 1987 <n.º chamada:i(1)-661>
  • “Nampaku Nōkyō Chūō-kai rokujū-nen no ryakushi”. “Agro-Nascente”, setembro/outubro de 1985.
  • Artigos «A Hospedaria dos Emigrantes em Kōbe (Centro de Emigração de Kōbe).»
  • Artigos «O Dōjinkai e o Hospital Japonês.»
  • Introdução
  • Capítulo 1 - Os anos que precederam a imigração.
  • Capítulo 2 - Do início da emigração aos imigrantes da primeira fase.
  • Capítulo 3 - A formação dos núcleos de colonização japoneses.
  • Capítulo 4 - A emigração vista como solução para as questões internas.
  • Capítulo 5 - A ascensão do nacionalismo e os movimentos anti-japoneses.
  • Capítulo 6 - A cisão da comunidade nipo-brasileira.
  • Capítulo 7 - Da reunificação da comunidade nipo-brasileira aos dias de hoje.
  • Artigos

o O Kasato-maru. o A Hospedaria dos Emigrantes em Kōbe (Centro de Emigração de Kōbe). o As grandes cooperativas agrícolas: Cotia e Sul Brasil. o O Dōjinkai e o Hospital Japonês. o A Amazônia e os sistemas agro-florestais. o Os imigrantes japoneses e o café. o O Café Paulista e o “café subsidiado”. o O beisebol no Brasil.




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